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Terça-feira, 11 de Outubro de 2005
Re-Pensando, Re-Novando

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 Princípio do Vácuo?

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo?
E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso. É antiprosperidade. É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem.
Dê o que você não usa mais.
Venda, troque, movimente e não acumule.
Dê espaço para o novo. ( Não estamos falando do capitalismo/consumismo )
A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da
atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas
necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e
para a vida:
- primeira, você não confia no amanhã e,
- segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
O princípio de não acreditar que o melhor é para você, pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador.
Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida, gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.
O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado.
Emocionalmente, também.
Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado.
Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre benvinda.
Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem enorme !
Vamos lá.... Mãos à obra !!
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!


 

"Não acreditem em tudo que escrevo, apenas em voce e seu coração"

*Celina* 


publicado por Carlos Afonso às 03:07
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15 comentários:
De Anónimo a 13 de Outubro de 2005 às 00:10
Cara R.I., raramente faço Post's por encomenda, por isso vai ter que esperar pela sua vez! Bjs...Carlos. P.S.: Sempre a considerar o apelidar-me desgraçado:)! Seja sempre bem-vinda!Carlos Afonso
</a>
(mailto:carlosacafonso@hotmail.com)


De Anónimo a 12 de Outubro de 2005 às 23:20
Estou à espera do post... bjs, (desgraçado)...RI
</a>
(mailto:rebeldeinconformista@sapo.pt)


De Anónimo a 12 de Outubro de 2005 às 20:22
Pois...eu sou muito "agarrada" :) às minhas coisitas! Passei para deixar um beijo enorme, a ti Celina e a ti Carlitos!sussurros da lua
(http://blogfullmoon.blogs.sapo.pt/)
(mailto:sdrcarvalho@ho0tmail.com)


De Anónimo a 12 de Outubro de 2005 às 11:31
Com a vida um bocado de pernas para o ar mas com um tempinho para "visitar" os amigos e desjar um bom dia outonal. Bj grande. Ah....aceita lá o desafio do meo blogbitu
(http://bitu.blogs.sapo.pt)
(mailto:bitu_52@sapo.pt)


De Anónimo a 12 de Outubro de 2005 às 02:36
Tenho o hábito de guardar tudo.Depois,passados meses,anos fico surpreendido como consegui acumolar tanta tralha.Ponho-me por vezes a pensar,mas afinal porque é que guardei isto?".Funciono um pouco assim também na minha vida particular,apenas um senão,das coisas boas faço um museu,as más ficam num canto escondido mas não esquecido.Um abraço. Aníbal
(http://mourani.blogs.sapo.pt/)
(mailto:mourani2@sapo.pt)


De Anónimo a 12 de Outubro de 2005 às 00:09
Olha esse José S., alterou o comentário que fiz no blog dele "acrescentando que avacalhar condiz comigo", (isso não é crime???), e bloqueou-me a entrada para não fazer mais comentários, eh, eh, eh... passou-se. Liga-me amanhã de manhã, bjs.RI
</a>
(mailto:rebeldeinconformista@sapo.pt)


De Anónimo a 11 de Outubro de 2005 às 21:46
OLá! o tema deste texto dava para, no mínimo, uma conversa ao serão, bem junto da lareira e a ouvir o mar(lol). Identifiquei-me vergonhosamente com o texto...eu sou terrível em guardar, guardar tudo, inclusivé sentimentos (bons e maus)... como disse José S. no seu comentário, eu também já guardei mais, guardava aquele bilhete de autocarro de uma viagem(fora da minha terra, claro!) porque achava que se o pusesse para o lixo, ia também um bocadinho daquela viagem...hoje estou, lentamente a desligar-me das coisas...dos sentimentos e... das pessoas...enfim, foi um texto que me fez pensar muito.Obrigada Celina, vou dar espaço ao novo!!Beijocas arejadas.biga
(http://vozesdomar.blogs.sapo.pt)
(mailto:mgjcalmeida@sapo.pt)


De Anónimo a 11 de Outubro de 2005 às 21:36
Carlos, é assim que se reconhecem os "amigos"... Boa Sorte.RI
</a>
(mailto:rebeldeinconformista@sapo.pt)


De Anónimo a 11 de Outubro de 2005 às 18:21
E como escrevi tanto acabei por me esquecer de parte do que queria dizer. Aquela parte que diz respeito aos sentimentos guardados ( quer sejam bom ou maus), acho que já os guardei mais. Quando nos aproximamos do “fim da linha” vemos que não é preciso tanto ódio porque tudo acaba “ali”.

José S.
(http://ruadobeco.blogs.sapo.pt)
(mailto:jgjs2@sapo.pt)


De Anónimo a 11 de Outubro de 2005 às 18:15
Ora aqui está um assunto no qual poucas vezes pensamos mas que é muito mais real do que parece. Em Portugal ( penso que é brasileira, verdade?) os da minha geração fomos habituados a uma miséria tão grande que acabamos por carregar com esse vício por toda a vida. Há sempre um sentimento de “pobreza” que nos ficou daqueles dias de miséria. Sabe que ainda hoje há qualquer coisa em mim que me transforma num “açambarcador” (é exagero) compulsivo? Como sou eu quem faz as compras, carrego sempre comida em excesso que depois tenho dificuldade em arrumar na arca frigorífica. E tenho a sensação que metade do que há em casa (desde móveis a roupa usada) poderia ir para o lixo mas não vai.
Gostei muito do seu post. Um abraço para si e outro para o Sr. Pre..(Lololol)perdão, para o amigo Carlos Afonso.

José S.
(http://ruadobeco.blogs.sapo.pt)
(mailto:jgjs2@sapo.pt)


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